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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Entrevista: THE IRON MAIDENS


Tive o prazer de conversar com as belas garotas do The Iron Maiden's, que tocam aqui em SP, no dia 18 de junho, no Estúdio EME, no bairro de Pinheiros. Será a primeira vez delas no Brasil.
A entrevista rolou para o site da ROCK BRIGADE.
Elas foram muito simpáticas e bem humoradas, revelando alguns detalhes de como será esse show.
Confira abaixo.


O que o público pode esperar da primeira aparição das The Iron Maiden’s no Brasil?

Wanda Ortiz: O público pode ter certeza que daremos o melhor, com o melhor show que pudermos!
Linda McDonald: Vocês verão cinco garotas suando bastante, para tocar o melhor que puder do Iron Maiden, junto com Eddie, o diabo e muito mais! Nós traremos a experiência dos shows de arena para um espaço menor!
Courtney Cox: Podem esperar um grande show! Nós faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para colocar o melhor show que pudermos.
Kirsten Rosenberg: Os brasileiros podem esperar um show que é muito fiel ao que o Iron Maiden apresenta. Nós somos apaixonados pela música deles e “estudamos”sobre como executar isso como o verdadeiro Iron Maiden. Nós temos muitos elementos dos shows deles, também. Obviamente, não somos o Iron Maiden, mas queremos deixar os brasileiros sentindo como se tivessem acabado de experimentar o mais próximo disso. Sabemos que os brasileiros são provavelmente os  fãs mais “hard-core” do Iron Maiden, e acho que estamos perto do padrão que possa satisfazer a todos, aí!

Podemos aguardar surpresas, então?
Wanda: Eu tenho certeza que haverá surpresas. Nós adoramos surpresas! (risos)
Linda: Se disséssemos, então não seria mais uma surpresa, concorda? (risos)
Courtney: ... é, no Brasil, temos que impressionar!
Kirsten: E será um grande desafio, impressionar vocês!

Sobre o repertório do show, o que vocês podem revelar para nós?
Wanda: Bem, eu não sei o que estamos preparando, ainda, e assim eu não poderia revelar nada, mesmo se eu quisesse (risos)
Linda: O que posso dizer, é que será uma “mistura fina” de clássicos do Iron Maiden, para satisfazer o apetite de qualquer amante dos caras! É realmente difícil escolher um repertório, porque você quer tocar tudo, mas infelizmente temos que "comprimir" tudo em cerca de 90 minutos.
Courtney: É, só indo ao show para saber!
Kirsten: E eu garanto que vocês não vão se decepcionar!

Podemos esperar um show com o Eddie, a "Edwina" e tudo mais?
Wanda: Pode esperar, é mais que garantido!
Linda: Eu sei que o Eddie vai estar lá, com certeza, mas temos que ver se ele será capaz de carregar todas as coisas da Edwina em sua mala, porque seu passaporte expirou! (risos)
Courtney: Eu acho que ambos os Eddies (masculino e feminino) vão revelar suas cabeças feias, que vocês já conhecem .... (risos)
Kirsten: Essa é uma das características que nos torna únicas, como um tributo ao Maiden: tentamos incorporar tantos detalhes e nuances de seus shows – e até vídeos de músicas – para dar a sensação de um verdadeiro show dos caras. Então você pode contar que o Eddie vai estar lá, com certeza.

Como você descobriu as novas integrantes, Kirsten Rosenberg (vocal) e Heather Baker (guitarra)?
Wanda: Eu acho que a Kirsten respondeu um anúncio que tínhamos, quando estávamos procurando uma nova vocalista. A Heather trabalhou no estúdio do meu amigo, como músico de estúdio, ou algo assim. Eu a conheci através do meu amigo e depois, ela foi apresentada ao resto da banda.
Courtney: Nós encontramos a Kirsten através de testes que realizamos na Califórnia. A Heather não é um membro permanente, ela já tocou inclusive, na posição de Adrian Smith (onde toco!), no passado. Hoje ela faz as vezes de Dave Murray, mas tem sido apenas substituta em alguns shows.
Kirsten: Eu sempre fui uma grande fã do Maiden e quando vi que eles estavam procurando um novo vocalista eu corri até delas! Então as cortejei com biscoitos vegan, e assim elas me deixaram entrar na banda. (risos)
Linda: A Kirsten tem uma confeitaria/padaria e faz cookies deliciosos! (risos) E ela canta muito bem, então isso tudo é maravilhoso! (risos)

O que você acha sobre a atuação da Kirsten, comparada com a ex-vocalista Aja Kim?
Wanda: Elas são grandes vocalistas, mas eu prefiro Kirsten porque a sua voz tem uma qualidade mais profunda, mais “escura”, que realmente se encaixa neste tipo de música. Ela é uma grande fã do Maiden, desde sempre, o que realmente faz da "performance de Bruce", dela, excelente. Nossa antiga vocalista, a Aja, nunca foi fã do Maiden antes de entrar para noss banda, então tudo era muito novo para ela. E com a Kirsten, isso é bastante natural.
Linda: Kirsten tem um alcance muito mais natural, o tom e a profundidade de sua voz , são perfeitos para as músicas do Maiden. Ela oferece o desempenho de Bruce tão próximo e fiel ao original, como ela pode, sem se deixar levar por tanta influências, dando seu toque pessoal. Ambas são muito talentosas, mas eu nunca optaria para voltar com a Aja, agora que tive a honra de trabalhar com Kirsten.
Courtney: É uma benção disfarçada!(risos) Kirsten é a melhor cantora que já tivemos. Temos a sorte de ter encontrado esse grande talento!
Kirsten: Ok, provavelmente eu seja um pouco suspeita para falar sobre isso (risos)... Acho que a diferença principal é que sempre fui uma verdadeira fã do Iron Maiden – considerando que a ex-vocalista não era. Eu cresci ouvindo suas músicas e cantando junto com os discos, assim os vocais de Bruce Dickinson foram uma grande influência sobre mim, que eu acho que consigo mostrar através de minha performance vocal.

Vocês pretendem gravar mais um álbum, agora, com essa formação?
Wanda: Sim, certeza!
Linda: Eu mal posso esperar por isso!
Courtney: Estamos conversando sobre isso, e felizmente vai rolar!
Kirsten: Nós definitivamente teremos mais discos pela frente, portanto, fiquem atentos!

Como é ser o primeiro e único tributo feminino ao Iron Maiden?
Wanda: Para ser honesta, eu realmente não penso nisso. Eu me sinto muito sortuda de poder viajar e tocar a música eu gosto!
Linda: É o projeto mais divertido do mundo! Honestamente, eu nunca pensei que estaria fazendo isso por 10 anos! Isso é simplesmente fantástico! Eu sei que houve pessoas que tentaram montar outro tributo feminino do Maiden, aqui em Los Angeles, mas elas descobriram que não é tão fácil encontrar músicos gabaritados para fazer isso, apenas pensaram que iriam se dar bem. Eu amo tocar nessa banda e esperamos ter mais 10 anos pela frente!
Courtney: Nós nos sentimos grandes tocando Maiden!
Kirsten: Isso tudo te faz se sentir especial. É uma honra! Mas eu não sei por que mais mulheres não tenham feito isso antes... O Maiden tem um monte de fãs do sexo feminino e é muito divertido tocar por aí!

Gostaria muito de agradecer por ter a chance de conversar com vocês. Encontro vocês em junho. Deixem uma mensagem para seus fãs no Brasil.
Wanda: Obrigado pelo apoio de vocês, e por manter vivo o metal no Brasil. Consulte o nosso website para informações sobre nossas próximas datas sul-americanas. (www.theironmaidens.com)
Linda: Felicidades a todos e “Scream for me Brasil!!” Nós mal podemos esperar para vê-los e experimentar uma caipirinha!
Courtney: As “donzelas” vão chegar aí!
Kirsten: Up The Irons!

Informações e ingressos para a apresentação do The Iron Maiden’s em São Paulo:
http://www.compreingressos.com.br/

Esta entrevista foi produzida para o site da revista ROCK BRIGADE.
Leia também, em: http://www.rockbrigade.com.br/

sábado, 21 de maio de 2011

The Iron Maiden`s: Vem aí a versão feminina do Maiden!



As belas garotas norte-americanas do The Iron Maidens, tributo feminino ao Iron Maiden, se apresentam no próximo dia 18 de Junho, em São Paulo.

Os ingressos para a apresentação das belas garotas norte-americanas do The Iron Maidens, tributo feminino ao Iron Maiden, em São Paulo, já estão à venda. O show está confirmado para o dia 18 de Junho, no Estúdio M, em São Paulo, com produção da CP Management e Rock Brigade Records.
As entradas estão disponíveis em diversas lojas da tradicional Galeria do Rock ou podem ser adquiridas através do site Compre Ingressos, nos seguintes valores: R$ 70,00 (1°lote), R$ 80,00 (2°lote) e R$ 120,00 (camarote).


Recentemente, Kirsten “Bruce Chickinson” Rosenberg, Wanda “Steph Harris” Ortiz, Sara “Mini Murray” Marsh, Courtney “Adriana Smith” Cox e Linda “Nikki McBurrain” McDonald estiveram pela América do Sul, mas para uma breve turnê, que bateu um recorde bem interessante. O grupo foi responsável pela venda de seis mil ingressos nas primeiras 12 horas do festival venezuelano Gillmanfest-Barquismetal 2011. Elas superaram a marca do Metallica, que vendeu cinco mil ingressos em dois dias. As Donzelas de Ferro foram a primeira banda estrangeira apenas com mulheres a se apresentar na Venezuela.
Formada em 2001, The Iron Maidens se tornou uma das bandas mais populares da Califórnia e rapidamente conquistou reconhecimento internacional. Além de belas, as integrantes da banda são eximias musicistas. A performance delas é tão fiel, que até a presença do mascote Eddie e as tradicionais coreografias fazem parte do espetáculo.


A CP Management e a Rock Brigade Records pretendem agendar uma extensa turnê do grupo pelo país. Promotores interessados entrem em contato pelo e-mail cacaprates@live.com. Mais informações em breve.

Links relacionados:
http://www.theironmaidens.com/
http://www.myspace.com/theironmaidens

Fundadora da banda : (Wanda Ortiz - baixo)


Serviço: ( São Paulo )
Data: 18/06/2011
Local: Estúdio Emme
Bilheteria: segunda a sábado, das 15h às 22h.
Rua Pedroso de Moraes, 1036.
Tel. (11) 2626.5835
http://www.estudioemme.com.br/
Abertura da casa: 18h30
Bandas convidadas: 19h
The Iron Maidens: 21h15 (pontualmente)
Ingressos: de R$ 70,00 à R$ 120,00 (camarote)

Postos de Venda:
Galeria do Rock:
Animal Records (11) 3223.6277 Consulado do Rock (11) 3221.7933 Profecias (11) 3333. 2364 Die Hard (11) 3331.3978 Aqualung (11) 3334.0853 Mutilation (11) 3222.8253 Moshi Moshi (11) 3331.1073 Black Tea (11) 3331.7736
Santo André: Metal CDs (11) 4994.7565
Santos: Top Shirt's (13) 3284.9275
Campinas: Metal Mania (19) 3203.3835

Venda pela internet: http://www.compreingressos.com/  (à vista ou parcelado)

Valores dos Ingressos:
1° lote: R$ 70,00
2° lote: R$ 80,00
Camarote: R$ 120,00

***Caravanas de outras cidades e para compra de lote de ingressos, entre em contato pelo e-mail: cacaprates@live.com.

Confira o vídeo de Wasted Years:



...e Phantom Of The Opera:

quinta-feira, 19 de maio de 2011

John Fogerty: Noite de clássicos em SP!



Finalmente chegou o grande dia de conhecer um dos maiores compositores/vocalistas/guitarristas do mundo: JOHN FOGERTY
O que parecia um sonho, se tornou realidade na noite do dia 08 de maio, dia das mães.
Tive o prazer de assistir as duas primeiras músicas, praticamente debruçado sobre o palco, já que pude fotografar as músicas Hey Tonight e Green River.


Engraçado que eu era o único dos fotógrafos que cantava e vibrava, o que arrancou um sorriso de Mr. Fogerty – ele estava na minha frente!
Não sei expressar o tamanho da emoção que vivi nesse dia!


Imagine você garotinho (6, 7 anos de idade!) e o seu pai ouvindo todos os discos do Creedence Clearwater Revival, com o volume lá em cima, em uma “vitrola” de madeira, que mais parecia um piano (de tão grande!) e 30 anos mais tarde, já com os ouvidos “calejados” de tanto ouvir aquelas músicas, você se depara com o criador desses clássicos... Surreal!

Bom, não costumo colocar resenhas de shows aqui, mas fiquei tão feliz por ter assistido um show de John Fogerty, que resolvi colocar na integra, minha resenha, que fiz para a revista ROCK BRIGADE, e que foi publicada no site.


Quem quiser conferir no site da BRIGADE, o link é: http://www.rockbrigade.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=447:john-fogerty-encontro-de-geracoes-em-sao-paulo&catid=4:onstage&Itemid=8

Abaixo o texto que está no site, completo!
Espero que gostem!

Antes disso, confiram o vídeo que fiz, da música Born On The Bayou!




John Fogerty: encontro de gerações em São Paulo

Domingo, 08 de maio de 2011
John Fogerty - Credicard Hall, SP/SP (08/05/11)

Texto e fotos por Luciano Piantonni (Colaboração de Silvia Curado)

Finalmente chegou o grande dia de poder conferir um dos maiores compositores da história do rock mundial em território brasileiro – tenho todo o respeito do mundo por Stu Cook (baixo) e Doug Clifford (bateria), ex-integrantes do Creedence Clearwater Revival , que hoje se apresentam com o nome de Creedence Clearwater Revisited, mas não dá pra imaginar todas aquelas músicas maravilhosas, que embalaram gerações, na voz (e com os solos!) de outra pessoa (no caso deles, quem canta é John Tristao).
Por mais que minha ligação com o rock/metal tenha sido em 1983 com a vinda do Kiss ao Brasil, não posso negar que antes disso, ouvia muito Creedence Clearwater Revival (mesmo que por “tabela!”), já que meu pai ouvia todos os discos deles, religiosamente, aos sábados! (em alto e bom som!).


Assim que chegamos, nos deparamos com uma pista quase vazia, algo estranho, já que John certamente merecia o Credicard Hall lotado! – minutos antes do show começar, as pessoas vieram para frente, dando a impressão de um aumento significativo de público.
Interessante que o público era formado por pessoas de todas as idades, todos sedentos pelas músicas do Creedence.
Logo na entrada, um “merchan” um tanto curioso, que vendia camisetas xadrez, iguais ás usadas pelo músico – o melhor era o display com a foto do músico, que as pessoas pediam para tirar fotos ao lado!
Sem enrolar, poucos minutos depois do horário previsto, as luzes se apagaram e seus músicos foram entrando.


Foi só ele entrar pelo lado esquerdo do palco (direita dele), para o local quase vir abaixo.E como era de esperar, o show foi recheado de clássicos, iniciando com nada menos que Hey Tonight.
Confesso não me lembrar de um dia em que o som do Credicard Hall estivesse tão cristalino!
John parecia vibrar muito com todos cantando juntos – ele era só sorrisos!
O show continuou com outra pérola, Green River, maravilhoso country rock – que deu o tom da noite.
Nessa altura, não importava a idade, todos tinham as letras na ponta da língua.
Sem cerimônias ele e sua banda, foram despejando clássicos e mais clássicos como Who’ll Stop The Rain, Suzie Q, Lodi, Lookin At My Back Door, Born On The Bayou, Ramble Tamble, tirando lágrimas e suspiros dos presentes.

Impressionante como do alto de seus 66 anos, John canta, dança (dá umas “gingadas”) e ainda toca muito! – e como é bom ver ele solando como um garoto inspirado!
Outra com uma pegada totalmente country foi Midnight Special (uma antiga canção folk, que foi re-arranjada por John, e que é mundialmente conhecida através de sua ex-banda, presente em Willy And The Poorboys, quarto disco do Creedence, de 1969).
Engraçado que ele terminava algumas músicas e jogava as palhetas no chão (no meio do palco) – deixando os colecionadores e fãs babando para que ele as atirasse para eles.
Commotion foi a seguinte, sem deixar que os ânimos diminuíssem.
Com jeitão meio tímido, John agradecia os fãs a cada música que terminava.


Bootleg (mais uma de sua carreira solo) foi a próxima, seguida por outro grande clássico, I Put Spell On You.
O quinteto que acompanha John é muito competente, mas o grande destaque é o excelente baterista Kenny Aronoff, que deu um show de “peso” e técnica, dobrando alguns bumbos, e fazendo viradas jamais ouvidas numa música do Creedence (para quem não sabe, ele já tocou – ou deu uma colaborada – com nomes como Tony Iommi, John Mellecamp, Smashing Pumpkins, Jon Bom Jovi, Cinderella, Stryper, etc...).
Long As I Can See The Light fez todos cantarem junto – na verdade, praticamente todas as músicas do set, tiveram o público acompanhando!


A próxima foi Don’t You Wish It Was True, que antecedeu um dos maiores hinos do rock (não importa se você conhece a banda, ou sabe quem canta, todos sabem cantar seu refrão!), estamos falando de Have You Ever See The Rain, que ele dedicou para toda as mães, já que era feriado de dia das mães.
A próxima eu confesso que foi uma surpresa, uma vez que o Creedence possui dezenas de clássicos (assim como a carreira solo de John!). Numa mostra de humildade, ele tocou Pretty Woman (Roy Orbison), mantendo o pique do show.


O show ainda teve Keep On Chooglin’ , Good Golly Miss Molly, música eternizada por Little Richard (que saiu no segundo álbum do Creedence, Bayou Country, de 1969), Down On The Corner, Up Around The Bend, Old Man Down The Road, música de seu álbum solo, Centerfield, de 1985, que batizou a tour por causa de seus 25 anos (música essa que foi a maior dor de cabeça para John, na época de seu lançamento, já que lhe rendeu a acusação de se “auto-plagiar”...).
Mais clássicos em forma de Creedence, com Bad Moom Rising, Fortunate Song, e ele dá uma pausa para o bis.
Sem muita demora, eles voltam ao som de Rockin’ All Over The World (cover do Status Quo, e presente no álbum auto intitulado de John, de 1975) e Proud Mary, outro mega clássico do Creedence.


Mais uma pausa e aos gritos do público ele volta e diz que aquilo seria especial, pois ele tocaria mais uma música para o público de SP.
A escolhida foi a “acelerada” Travelin’ Band, que fechou o show de forma espetacular.
John Fogerty rapidamente agradeceu o público e saiu correndo do palco, sem aquela coisa de abraçar os músicos, ficar esperando palmas e tudo mais – demonstrando uma certa “humanidade” e simplicidade (ou seria timidez?).
Nunca torci tanto para que duas horas demorassem como dez, para passar...
O set foi maravilhoso, ao todo 26 músicas que ficaram em nossas lembranças, com o status de melhor show de 2011 até agora!
Mas, como em todo show, sempre falta essa ou aquela, devo confessar que senti a falta de I Heard It Through The Grapevine... mas ele está perdoado, afinal, além de ser um dos maiores “hitmakers” da história, John lavou a alma de muita gente nessa noite histórica!


E ainda dei a sorte de sair de lá com uma preciosidade!
Ao término de Midnight Special, como havia citado, ele jogou a palheta no chão. Fiquei de olho nela durante todo o show, e assim que ele saiu do palco, pedi para um roadie que me deu em mãos! Sonho realizado!


Credencial de Imprensa:

Eu fotografando a "lenda" no site da Rede TV! (claro que eu tinha que copiar isso de lá! kkkk):

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Rock Brigade Records & Mutilation Records: Nova parceria de peso!

A ROCK BRIGADE Records e a Mutilation Records acabam de fechar uma parceria que culminou no licenciamento de seis lançamentos do selo Relapse Records.

Atheist - Piece Of Time:


O pacote inicial lança pela primeira vez no Brasil o primeiro trabalho da banda americana de Death Metal, Atheist, Piece Of Time de 1989. Essa é a banda do guitarrista e vocalista Kelly Shaefer, bastante conhecido no meio - é bem verdade que em algumas partes o Atheist parece bastante com o Sepultura do álbum Beneath The Remains (talvez por terem sido gravados na mesma época, mesmo produtor e também, porque Kelly participa da música Stronger Than Hate!). O Atheist imprimiu uma marca bastante peculiar ao aliar ao seu som, elementos do Thrash, Progressive, chegando ao Jazz (!).Vem com 9 bonus!

Cryptic Slaughter - Money Talks


O Cryptic Slaughter teve seu segundo álbum, Money Talks(1987), relançado com direito á nada menos que 9 bonus tracks. Money Talks é o melhor trabalho da curta carreira dos americanos. Referência máxima no quesito Crossover. Pra quem não sabe, o baixista da banda, Rob Nicholson, é hoje mundialmente conhecido como Blasko e toca na banda de Ozzy Osbourne...

Brutal Truth - Evolution Through Revolution


Se tem uma banda que não poderia ficar de fora, é o Brutal Truth, que vem por meio de seu último álbum de estúdio, Evolution Through Revolution (2009). Com um Grind de qualidade, o Brutal Truth é um dos maiores do estilo. Essa é outra banda que muitos conheceram por meio de seu baixista, Dan Lilker (Nuclear Assault, Ex-Anthrax, ex-S.O.D.)

Misery Index - Heirs To Thievery


Outro que tem seu último trabalho lançado por aqui é o americano Misery Index, com Heirs To Thievery.
O álbum possui partes bem exploradas entre o Grind e o Death.
Toxic Holocaust - An Overdose Of Death...


O Toxic Holocaust, banda do “faz tudo”, Joel Grind, aparece com An Overdose Of Death..., seu último trabalho, de 2009. Os fãs de um Thrash na linha de Sodom, Kreator (antigo) vão adorar!

Dying Fetus - Descend Into Depravity


Fechando o pacote, temos o último trabalho do Dying Fetus, Descend Into Depravity (2009). O trio americano faz um brutal Death Metal, com elementos de Grind e também de Hardcore.

Só por essa prévia, dá para ver que teremos ainda muita coisa boa vindo por aí!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

THE BRAZILIAN WAY FESTIVAL – Folk Metal no Blackmore em dezembro!

***Texto em caráter de Divulgação (apenas!) :



Dezembro rola um festival com as bandas Skiltron (Argentina), Dark Whisper (Argetina), Skadic Soul (Jundiaí – SP), além de outras bandas que serão confirmadas em breve.
Esse show rola num sabadão, dia 18 de dezembro, à partir das 22hs, no Blackmore Rock Bar (Alameda dos Maracatins, 1317, Moema/SP)

Quem gosta de Folk Metal vai curtir o som do Skiltron, que foi formado em 2004, em Buenos Aires e já possui 3 discos, sendo o mais recente, The Highland Way, de 2010.

Já quem gosta de Gothic Metal, vale conhecer o também argentino Dark Whisper, formado em 2006, também em Buenos Aires. A banda também possui influências de Folk. Até onde sei, a banda tem apenas uma demo, March For Glory (2009)

O brasileiro Skadic Soul (do interior de SP), também representante do Folk Metal, está trabalhando na produção de seu primeiro CD, com o ícone do gênero no país, Bruno Maia (Tuatha de Danann, Braia)
As demais bandas de abertura serão anunciadas em breve.

Eu sinceramente não conheço as bandas, estou apenas divulgando pela Rock Brigade. mas vale a pena conferir (para depois poder falar bem, ou mal...rs)
A produção é da Rock Brigade/CP Management e num mês onde quase não há shows, vale a pena dar uma passada lá no Blackmore!

Informações:
http://www.rockbrigade.com.br/
http://www.blackmore.com.br/

Ingressos: (venda pela Internet)
http://www.ticketbrasil.com.br/

Quem quiser conferir um pouco mais das duas bandas argentinas, coloquei alguns vídeos aqui:

SKILTRON:


DARK WHSIPER:

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Death Angel em SP – Parte 5 (Final!)


Ufa! Foram mais de duas semanas com os caras em solo brasileiro!

Como encontrei esses brothers inúmeras vezes, nada mais justo do que ter feito a “saga Death Angel em SP" em 5 partes! rsrs...
Quarta-feira, 03 de novembro fiquei de levar o Mark para conhecer a Galeria do Rock, pois era o único que ainda não tinha ido lá.
Fui acompanhado de meu brother (e colaborador da revista Roadie Crew), Johnny Z.
Cheguei no hotel por volta das 15hs, liguei para o quarto do cara, e ele com a maior voz de sono (mas sempre de bom humor!), disse: “Ok, meu amigo, desço em 5 minutos!”
Quem estava no lobby do hotel, era Ted Aguilar, que disse ter saído em busca de pimentas. Chamamos ele para ir até a Galeria, mas ele agradeceu, dizendo estar cansado.


No caminho do hotel para a Galeria fomos batendo papo, com Mark falando sobre a bebedeira da noite anterior, o que tinha gostado, etc...
Chegando na Galeria, ele ficou besta com o que viu!
O cara disse nunca ter visto algo do tipo, mesmo tendo viajado o mundo inteiro.
Logo de cara me deu aquela sensação de “deja vu”, e falei pra ele que em 1991 eu tinha ido até lá para comprar o vinil do Act III. E que quase 20 anos depois, lá estava eu com ninguém menos que o vocalista da banda!!! rs...
Depois de algum tempo em que você vive nesse mundo da música, as coisas tornam-se normais, claro, mas confesso que em alguns momentos o lado fã sempre fala mais alto!
Legal que ele dá a maior atenção e aproveita para nos contar várias histórias – tudo bem rápido, claro!
Johnny aproveitou para perguntar algumas coisas, e também trocaram a maior idéia.
Mark passou de loja em loja procurando por algo que lhe interasse.
Quando chegamos na Animal Records, do Carlão, o cara ficou lisonjeado em ter o Mark na área. Foi logo mostrando seu vídeo feito no Sweden da música Dethroned.
Quando Mark viu, ele logo disse: “Ih, o Luciano vai me matar!” rs... – ele disse isso porque eu enchi o saco deles para tocarem essa música, mas não fui feliz! rs...
Mark prometeu que na próxima rola sem falta!

Vou cobrar! rs...
Mais andanças pela Galeria e levamos ele para conhecer a melhor loja de CDs que há naquele lugar: Die Hard!
O Fausto foi logo chamando o cara para tirar uma foto com a galera da loja. Incrível como aqueles caras nos tratam bem!
O Mark pirou!


Continuamos nossa busca por algo que agradasse o Mark e no andar seguinte, eu eu Johnny tivemos que brincar com Mark – foi inevitável!
“Mark, Welcome To The 3rd Floor!!” hahaha…
Ele caiu na risada!
Levamos ele para conhecer a loja do Sepultura e depois fomos comer algo.
O cara se deliciou com pães de queijo – legal que ao contrário desses gringos frescos que aparecem no Brasil, ele não tinha tempo ruim, experimentava tudo que a gente falasse que era bom!
Depois recomeçamos a procura por algo que ele estivesse interessado. Fomos até o térreo, e chegando lá, nos deparamos com Rob Cavestany.


O cara estava trocando idéia com uma vendedora de uma loja de sapatos, provavelmente coreana. Imagina a conversa! rsrs...
Alertamos Rob sobre a qualidade do produto (tênis), pois se o cara compra, ia generalizar, poderia achar que no Brasil tudo é falso...
Ficamos um tempo no Largo São Francisco, conversando e eles decidiram voltar para o hotel – Mark rodou, rodou e não comprou nada! rsrs...
No caminho os caras inventam de ir ao bar da Brahma.


Ficamos mais um tempinho com eles.
Na hora de ir embora, deu aquela sensação ruim, de quando temos que nos despedir de algum amigo, ou parente de bem longe, que vem nos visitar, e tem que voltar.
Deixei um DVD com fotos e vídeos dos shows de SP para Mark, que disse que iria usar no website da banda.
Na hora de sair fora, ele me deu um abração e disse: Vocês são parte da família Death Angel, agora!
Pô, sem palavras para esses caras e todos esses dias maravilhosos!
Vamos torcer muito para que eles voltem logo!


(NOTA: Ontem logo após ter feito o post, recebi do Toninho uma Credencial que eles  - Mark e Rob - pediram para ele me entregar, quando estavam se despedindo dele no aeroporto! Mais um prova da consideração gigante que eles tiveram por mim! sem palavras,  valeeeeu!)
Foto da credencial:


***Para fechar, confira o vídeo de Claws In So Deep, música do último CD dos caras, o maravilhoso Relentless Retribution (ao vivo no Blackmore):

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Death Angel em SP – Parte 4


Essa turnê do Death Angel no Brasil tem rendido tanto assunto por aqui, que algumas pessoas sugeriram que esse blog virasse um “braço” do site oficial dos caras...rs
Se bem que estamos nos referindo apenas ao que rolou na capital... se fosse pra falar da turnê inteira, aí ia ser longo o negócio!


Véspera de feriado, fomos ao encontro dos caras na passagem de som, no Blackmore Rock Bar (Moema/SP). Eles chegaram praticamente juntos conosco (estavam vindo de Catanduva, onde tinham feito show na noite anterior)
O primeiro que eu avisto é Mark, que abre um sorrisão e me dá um abraço em seguida.
Levei alguns presentinhos que eu me minha esposa compramos para ele e o Rob – além de camisetas e CDs do Musica Diablo e Nitrominds, que nosso amigo André NM pediu para eu entregar para eles.
Rob, assim como Mark, ficou super feliz com o presente – ele tinha feito aniversário na semana anterior.


Conversamos com todos e ficamos de boa, vendo a passagem de som. Os caras estavam ensaiando um cover do KISS, She, que já no ensaio deu pra ver que ia ficar animal!
Como eles tinham acabado de chegar de altas horas de estrada, foram tomar um banho no hotel.
Aproveitamos para sair para jantar.
Encontramos nosso amigo João Luiz Zatarelli Jr, o famoso Johnny Z (da revista Roadie Crew) e fomos comer algo.
Quando voltamos ao Blackmore, a banda estava chegando do hotel.
Conversamos mais um pouco com o Mark, que impressiona pela simpatia e atenção (parece que ele nunca está cansado, chateado, nem nada...)
Um que se mostrou gente boa – até então eu não tinha uma impressão muito boa – foi o guitarrista Ted Aguilar. Deu pra ver que o cara é super gente boa, porém tímido e reservado.


Depois da abertura explosiva do Red Front (calma, isso vai render um post), esperamos pelo inicio desse grande show que o Death Angel prometia.
E quando começou ficou claro que seria ainda melhor que o show realizado na Clash, no dia 23 de outubro.
Bom, como aqui não gosto muito de fazer resenhas (a resenha desse show você confere no site da ROCK BRIGADE), vale apenas dizer que o show foi maravilhoso!


Eles tocaram com uma garra fenomenal!
Diferente do primeiro show em SP, incluíram algumas pérolas como Mistress Of Pain e a já citada She, por exemplo.
O nosso amigo Johnny foi mais que privilegiado; durante o solo da música Thrown To The Wolves, Rob solou com a guitarra praticamente colada na cara de Johnny (você pode conferir isso no vídeo no final do post – assim como os  vídeos  de  T.U.V. / Kill As One e She!)


O show terminou, ficamos um tempo na idéia com os caras (bota tempo nisso!) e depois fomos embora, afinal, já era 5 horas da madrugada!!!
No dia seguinte, feriadão, o Toninho ligou para mim e disse que os caras gostariam de encontrar a gente para jantarmos juntos.
Por volta das 19hs nos encontramos com Mark no hotel. Conversamos rapidamente e decidimos levar ele para comer algo no Ragazzo (sim, aquela rede do Habib’s! rsrs...)
O cara adorou as empadinhas de palmito e camarão! rs... acompanhado de caipirinha, claro! rs... Ficamos lá por cerca de duas horas. O cara troca idéia sobre tudo, super de boa.


Mais tarde, voltamos com ele para o hotel, pois íamos sair com o resto da banda para os caras tomarem cerveja e jantar.
Depois de ficarem assustados com usuários de crack no centro de SP, rumamos para o Asterix, na região da Paulista.
No nosso carro foram, Will, Mark e Rob.


Dei muitas risadas com o tanto de besteira que falavam Will e Rob – Mark só ria!
Além da banda, outro que nos acompanhou ao local foi o nosso amigo Gerard da Nuclear Blast..
Lá demos muito mais risadas. Will é o palhação – animal foi quando o garçom trouxe a bebida de todos e esqueceu a dele...rs (Mark e eu quase choramos de rir!) Mas quem mais foi zoado, foi o Mark, pois quando o garçom veio servir seu gim, trouxe uma garrafa vazia! rsrs... Tudo bem, ele nunca perde o humor! rs...
                        
                        

Comemos pizza e nos despedimos dos caras.
Pensa que acabou?
Não, amanhã tem mais!

Veja os vídeos de Thrown To The Wolves no Blackmore:


T.U.V. / Kill As One no Blackmore:


She, ao vivo no Blackmore:

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

DEATH ANGEL: Discografia Comentada!

Já que estamos falando bastante de Death Angel nos últimos dias, nada melhor que aproveitar para comentar um pouco sobre os álbuns dos caras – verdadeiras pérolas do Thrash Metal.

Claro que adoraria poder falar bastante sobre cada álbum, mas, sabe como é, em blog a coisa tem que ser direta, poucas palavras.
Então vamos lá;

The Ultra Violence (1987)
Começar falando do The Ultra Violence é meio covardia. Boa parte do show atual da banda é composto por sons desse maravilhoso álbum. A banda vinha embalada pelo lançamentos das demos, Heavy Metal Insanity e Kill As One (essa teve produção de Kirk Hammett do Metallica). Apesar da gravação não ser lá essas coisas – claro, os caras eram “pivetes” nessa época – o tracklist é composto por nada menos que Thrashers, Evil Priest, Voracious Souls, Kill As One, Mistress Of Pain, entre outras tijoladas. Riffs clássicos, refrões fortes... Falar o que mais? Clássico!


Frolic Through The Park (1988)
O segundo álbum dos caras veio na linha do anterior, só que com algumas “inovações”, como influências inusitadas – que mais tarde seriam adotadas de vez em Act III – do funk e fusion. Como o anterior, é um álbum excelente, como músicas como 3rd Floor, Bored (a mais famosa do disco!), Confused, Mind Rape, entre outras. Destaque também para o cover de Cold Gin do Kiss. Apesar de ainda serem bastante jovens na época, o guitarrista Rob Cavestany já se destacava com seus solos e riffs animalescos.


***Vamos pular o ao vivo Fall From Grace (1990), afinal, estamos falando de álbuns de estúdio apenas! rs...


Act III (1990)
Esse pode dividir opinões!
Enquanto muitos acusam os caras de abandonarem o Thrash, outros veneram Act III como o melhor álbum do quinteto – fico com a segunda opção! (inclusive disse ao Mark, que confessou também adorar esse álbum!)
Act III é irretocável! Tem o Thrash furioso e técnico em músicas como Seemingly Endless Time, 2 Stop, Disturbing The Peace, The Organization, Stagnant, EX-TC e Falling Sleep, além das cheias de groove Discontinued e Veil Of Deception – sem contar a belíssima semi balada A Room With A View. Coincidência ou não, foi o único álbum lançado por uma major (Geffen). Como eu adoraria ter recebido esse álbum na época de seu lançamento, para resenhar! É 10 na cabeça!


***Bom., todos sabem que um grava acidente com o tour bus da banda, na turnê de Act III, colocou o batera de molho por mais de um ano, o que causou o fim prematuro do Death Angel nos anos 90...
Fora o vocalista Mark Osegueda, os outros continuaram com o nome de The Organization, onde lançaram dois álbuns (The Organization, 1993 e Savor The Flavor, 1995)
Curiosamente, perguntei recentemente a Mark Osegueda o porque dele ter ficado fora da música durante tanto tempo. Ele disse que “quis esfriar a cabeça, ficar com a família, mas que sabia que ia voltar, pois não vivia sem a música”.
E em 2001, eles voltaram!


The Art Of Dying (2004)
Apesar de muitos considerarem The Art Of Dying como o mais fraco da carreira do Death Angel, penso que eles estão longe de fazer um álbum ruim. Não sei se pela emoção de ter a banda de volta, ou por apenas gostar muito desse álbum. Impossível não gostar de músicas como Thrown To The Wolves, 5 Steps Of Freedom, Thicker Than Blood, Spirit, a “quase Whitesnake” Word To The Wise, além das outras. Se não é um álbum maravilhoso, é ainda assim, muito bom! Nesse álbum a banda vinha com a mesma formação dos anteriores, com exceção do guitarrista Gus Pepa, que foi substituído por Ted Aguilar.


Killing Season (2008)
Considero Killing Season como uma contiuação mais que natural de The Art Of Dyig – se fizessem um álbum duplo com os dois, para mim o nível seria o mesmo. Daqui saem ótimas músicas como Lord Of Hate, Sonic Beatdown, Dethroned (excelente!), Souless e Ressurrection Machine – apenas para citar. Infelizmente esse seria o último álbum de estúdio com o baixista Denis Pepa e o batera Andy Galeon.



***Em 2009 foram lançados o DVD ao vivo Sonic German Beatdown e o CD ao vivo Sonic Beatdown – Live In Germany (que nada mais é que o áudio do DVD)


Relentless Retribution (2010)
O recém lançado Relentless Retribution é o que mais chega perto dos dois primeiros álbuns do Death Angel, resgatando pra valer as raízes do Thrash, com riffs acelerados – mas sem deixar a técnica de lado – e a velocidade dominando o álbum. Não sei dizer se a entrada de Damien Sisson (baixo) e Will Carrol (bateria) tenha influenciado, mas é sem duvidas o álbum mais raivoso dos caras. A faixa título é sensacional. Em Claws In So Deep, a impressão que temos é que os vocais foram feitos pelo Schmier do Destruction (a semelhança assusta – inclusive no som!). A maior prova da selvageria está na capa, a melhor definição para "retribuição implacável". São 12 sons animais, que provam – para a alegria de fãs como eu – que o Death Angel continuará por mais um bom tempo, firme e forte!

E não se esqueça!
Dia 01 de Novembro tem show especial dos caras no Blackmore Rock Bar (Moema/SP)
http://www2.rockbrigade.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2572&Itemid=1

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Abraço,
Luciano