Mostrando postagens com marcador rob cavestany. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rob cavestany. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Death Angel em SP – Parte 5 (Final!)


Ufa! Foram mais de duas semanas com os caras em solo brasileiro!

Como encontrei esses brothers inúmeras vezes, nada mais justo do que ter feito a “saga Death Angel em SP" em 5 partes! rsrs...
Quarta-feira, 03 de novembro fiquei de levar o Mark para conhecer a Galeria do Rock, pois era o único que ainda não tinha ido lá.
Fui acompanhado de meu brother (e colaborador da revista Roadie Crew), Johnny Z.
Cheguei no hotel por volta das 15hs, liguei para o quarto do cara, e ele com a maior voz de sono (mas sempre de bom humor!), disse: “Ok, meu amigo, desço em 5 minutos!”
Quem estava no lobby do hotel, era Ted Aguilar, que disse ter saído em busca de pimentas. Chamamos ele para ir até a Galeria, mas ele agradeceu, dizendo estar cansado.


No caminho do hotel para a Galeria fomos batendo papo, com Mark falando sobre a bebedeira da noite anterior, o que tinha gostado, etc...
Chegando na Galeria, ele ficou besta com o que viu!
O cara disse nunca ter visto algo do tipo, mesmo tendo viajado o mundo inteiro.
Logo de cara me deu aquela sensação de “deja vu”, e falei pra ele que em 1991 eu tinha ido até lá para comprar o vinil do Act III. E que quase 20 anos depois, lá estava eu com ninguém menos que o vocalista da banda!!! rs...
Depois de algum tempo em que você vive nesse mundo da música, as coisas tornam-se normais, claro, mas confesso que em alguns momentos o lado fã sempre fala mais alto!
Legal que ele dá a maior atenção e aproveita para nos contar várias histórias – tudo bem rápido, claro!
Johnny aproveitou para perguntar algumas coisas, e também trocaram a maior idéia.
Mark passou de loja em loja procurando por algo que lhe interasse.
Quando chegamos na Animal Records, do Carlão, o cara ficou lisonjeado em ter o Mark na área. Foi logo mostrando seu vídeo feito no Sweden da música Dethroned.
Quando Mark viu, ele logo disse: “Ih, o Luciano vai me matar!” rs... – ele disse isso porque eu enchi o saco deles para tocarem essa música, mas não fui feliz! rs...
Mark prometeu que na próxima rola sem falta!

Vou cobrar! rs...
Mais andanças pela Galeria e levamos ele para conhecer a melhor loja de CDs que há naquele lugar: Die Hard!
O Fausto foi logo chamando o cara para tirar uma foto com a galera da loja. Incrível como aqueles caras nos tratam bem!
O Mark pirou!


Continuamos nossa busca por algo que agradasse o Mark e no andar seguinte, eu eu Johnny tivemos que brincar com Mark – foi inevitável!
“Mark, Welcome To The 3rd Floor!!” hahaha…
Ele caiu na risada!
Levamos ele para conhecer a loja do Sepultura e depois fomos comer algo.
O cara se deliciou com pães de queijo – legal que ao contrário desses gringos frescos que aparecem no Brasil, ele não tinha tempo ruim, experimentava tudo que a gente falasse que era bom!
Depois recomeçamos a procura por algo que ele estivesse interessado. Fomos até o térreo, e chegando lá, nos deparamos com Rob Cavestany.


O cara estava trocando idéia com uma vendedora de uma loja de sapatos, provavelmente coreana. Imagina a conversa! rsrs...
Alertamos Rob sobre a qualidade do produto (tênis), pois se o cara compra, ia generalizar, poderia achar que no Brasil tudo é falso...
Ficamos um tempo no Largo São Francisco, conversando e eles decidiram voltar para o hotel – Mark rodou, rodou e não comprou nada! rsrs...
No caminho os caras inventam de ir ao bar da Brahma.


Ficamos mais um tempinho com eles.
Na hora de ir embora, deu aquela sensação ruim, de quando temos que nos despedir de algum amigo, ou parente de bem longe, que vem nos visitar, e tem que voltar.
Deixei um DVD com fotos e vídeos dos shows de SP para Mark, que disse que iria usar no website da banda.
Na hora de sair fora, ele me deu um abração e disse: Vocês são parte da família Death Angel, agora!
Pô, sem palavras para esses caras e todos esses dias maravilhosos!
Vamos torcer muito para que eles voltem logo!


(NOTA: Ontem logo após ter feito o post, recebi do Toninho uma Credencial que eles  - Mark e Rob - pediram para ele me entregar, quando estavam se despedindo dele no aeroporto! Mais um prova da consideração gigante que eles tiveram por mim! sem palavras,  valeeeeu!)
Foto da credencial:


***Para fechar, confira o vídeo de Claws In So Deep, música do último CD dos caras, o maravilhoso Relentless Retribution (ao vivo no Blackmore):

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Death Angel em SP – Parte 4


Essa turnê do Death Angel no Brasil tem rendido tanto assunto por aqui, que algumas pessoas sugeriram que esse blog virasse um “braço” do site oficial dos caras...rs
Se bem que estamos nos referindo apenas ao que rolou na capital... se fosse pra falar da turnê inteira, aí ia ser longo o negócio!


Véspera de feriado, fomos ao encontro dos caras na passagem de som, no Blackmore Rock Bar (Moema/SP). Eles chegaram praticamente juntos conosco (estavam vindo de Catanduva, onde tinham feito show na noite anterior)
O primeiro que eu avisto é Mark, que abre um sorrisão e me dá um abraço em seguida.
Levei alguns presentinhos que eu me minha esposa compramos para ele e o Rob – além de camisetas e CDs do Musica Diablo e Nitrominds, que nosso amigo André NM pediu para eu entregar para eles.
Rob, assim como Mark, ficou super feliz com o presente – ele tinha feito aniversário na semana anterior.


Conversamos com todos e ficamos de boa, vendo a passagem de som. Os caras estavam ensaiando um cover do KISS, She, que já no ensaio deu pra ver que ia ficar animal!
Como eles tinham acabado de chegar de altas horas de estrada, foram tomar um banho no hotel.
Aproveitamos para sair para jantar.
Encontramos nosso amigo João Luiz Zatarelli Jr, o famoso Johnny Z (da revista Roadie Crew) e fomos comer algo.
Quando voltamos ao Blackmore, a banda estava chegando do hotel.
Conversamos mais um pouco com o Mark, que impressiona pela simpatia e atenção (parece que ele nunca está cansado, chateado, nem nada...)
Um que se mostrou gente boa – até então eu não tinha uma impressão muito boa – foi o guitarrista Ted Aguilar. Deu pra ver que o cara é super gente boa, porém tímido e reservado.


Depois da abertura explosiva do Red Front (calma, isso vai render um post), esperamos pelo inicio desse grande show que o Death Angel prometia.
E quando começou ficou claro que seria ainda melhor que o show realizado na Clash, no dia 23 de outubro.
Bom, como aqui não gosto muito de fazer resenhas (a resenha desse show você confere no site da ROCK BRIGADE), vale apenas dizer que o show foi maravilhoso!


Eles tocaram com uma garra fenomenal!
Diferente do primeiro show em SP, incluíram algumas pérolas como Mistress Of Pain e a já citada She, por exemplo.
O nosso amigo Johnny foi mais que privilegiado; durante o solo da música Thrown To The Wolves, Rob solou com a guitarra praticamente colada na cara de Johnny (você pode conferir isso no vídeo no final do post – assim como os  vídeos  de  T.U.V. / Kill As One e She!)


O show terminou, ficamos um tempo na idéia com os caras (bota tempo nisso!) e depois fomos embora, afinal, já era 5 horas da madrugada!!!
No dia seguinte, feriadão, o Toninho ligou para mim e disse que os caras gostariam de encontrar a gente para jantarmos juntos.
Por volta das 19hs nos encontramos com Mark no hotel. Conversamos rapidamente e decidimos levar ele para comer algo no Ragazzo (sim, aquela rede do Habib’s! rsrs...)
O cara adorou as empadinhas de palmito e camarão! rs... acompanhado de caipirinha, claro! rs... Ficamos lá por cerca de duas horas. O cara troca idéia sobre tudo, super de boa.


Mais tarde, voltamos com ele para o hotel, pois íamos sair com o resto da banda para os caras tomarem cerveja e jantar.
Depois de ficarem assustados com usuários de crack no centro de SP, rumamos para o Asterix, na região da Paulista.
No nosso carro foram, Will, Mark e Rob.


Dei muitas risadas com o tanto de besteira que falavam Will e Rob – Mark só ria!
Além da banda, outro que nos acompanhou ao local foi o nosso amigo Gerard da Nuclear Blast..
Lá demos muito mais risadas. Will é o palhação – animal foi quando o garçom trouxe a bebida de todos e esqueceu a dele...rs (Mark e eu quase choramos de rir!) Mas quem mais foi zoado, foi o Mark, pois quando o garçom veio servir seu gim, trouxe uma garrafa vazia! rsrs... Tudo bem, ele nunca perde o humor! rs...
                        
                        

Comemos pizza e nos despedimos dos caras.
Pensa que acabou?
Não, amanhã tem mais!

Veja os vídeos de Thrown To The Wolves no Blackmore:


T.U.V. / Kill As One no Blackmore:


She, ao vivo no Blackmore:

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

DEATH ANGEL: Discografia Comentada!

Já que estamos falando bastante de Death Angel nos últimos dias, nada melhor que aproveitar para comentar um pouco sobre os álbuns dos caras – verdadeiras pérolas do Thrash Metal.

Claro que adoraria poder falar bastante sobre cada álbum, mas, sabe como é, em blog a coisa tem que ser direta, poucas palavras.
Então vamos lá;

The Ultra Violence (1987)
Começar falando do The Ultra Violence é meio covardia. Boa parte do show atual da banda é composto por sons desse maravilhoso álbum. A banda vinha embalada pelo lançamentos das demos, Heavy Metal Insanity e Kill As One (essa teve produção de Kirk Hammett do Metallica). Apesar da gravação não ser lá essas coisas – claro, os caras eram “pivetes” nessa época – o tracklist é composto por nada menos que Thrashers, Evil Priest, Voracious Souls, Kill As One, Mistress Of Pain, entre outras tijoladas. Riffs clássicos, refrões fortes... Falar o que mais? Clássico!


Frolic Through The Park (1988)
O segundo álbum dos caras veio na linha do anterior, só que com algumas “inovações”, como influências inusitadas – que mais tarde seriam adotadas de vez em Act III – do funk e fusion. Como o anterior, é um álbum excelente, como músicas como 3rd Floor, Bored (a mais famosa do disco!), Confused, Mind Rape, entre outras. Destaque também para o cover de Cold Gin do Kiss. Apesar de ainda serem bastante jovens na época, o guitarrista Rob Cavestany já se destacava com seus solos e riffs animalescos.


***Vamos pular o ao vivo Fall From Grace (1990), afinal, estamos falando de álbuns de estúdio apenas! rs...


Act III (1990)
Esse pode dividir opinões!
Enquanto muitos acusam os caras de abandonarem o Thrash, outros veneram Act III como o melhor álbum do quinteto – fico com a segunda opção! (inclusive disse ao Mark, que confessou também adorar esse álbum!)
Act III é irretocável! Tem o Thrash furioso e técnico em músicas como Seemingly Endless Time, 2 Stop, Disturbing The Peace, The Organization, Stagnant, EX-TC e Falling Sleep, além das cheias de groove Discontinued e Veil Of Deception – sem contar a belíssima semi balada A Room With A View. Coincidência ou não, foi o único álbum lançado por uma major (Geffen). Como eu adoraria ter recebido esse álbum na época de seu lançamento, para resenhar! É 10 na cabeça!


***Bom., todos sabem que um grava acidente com o tour bus da banda, na turnê de Act III, colocou o batera de molho por mais de um ano, o que causou o fim prematuro do Death Angel nos anos 90...
Fora o vocalista Mark Osegueda, os outros continuaram com o nome de The Organization, onde lançaram dois álbuns (The Organization, 1993 e Savor The Flavor, 1995)
Curiosamente, perguntei recentemente a Mark Osegueda o porque dele ter ficado fora da música durante tanto tempo. Ele disse que “quis esfriar a cabeça, ficar com a família, mas que sabia que ia voltar, pois não vivia sem a música”.
E em 2001, eles voltaram!


The Art Of Dying (2004)
Apesar de muitos considerarem The Art Of Dying como o mais fraco da carreira do Death Angel, penso que eles estão longe de fazer um álbum ruim. Não sei se pela emoção de ter a banda de volta, ou por apenas gostar muito desse álbum. Impossível não gostar de músicas como Thrown To The Wolves, 5 Steps Of Freedom, Thicker Than Blood, Spirit, a “quase Whitesnake” Word To The Wise, além das outras. Se não é um álbum maravilhoso, é ainda assim, muito bom! Nesse álbum a banda vinha com a mesma formação dos anteriores, com exceção do guitarrista Gus Pepa, que foi substituído por Ted Aguilar.


Killing Season (2008)
Considero Killing Season como uma contiuação mais que natural de The Art Of Dyig – se fizessem um álbum duplo com os dois, para mim o nível seria o mesmo. Daqui saem ótimas músicas como Lord Of Hate, Sonic Beatdown, Dethroned (excelente!), Souless e Ressurrection Machine – apenas para citar. Infelizmente esse seria o último álbum de estúdio com o baixista Denis Pepa e o batera Andy Galeon.



***Em 2009 foram lançados o DVD ao vivo Sonic German Beatdown e o CD ao vivo Sonic Beatdown – Live In Germany (que nada mais é que o áudio do DVD)


Relentless Retribution (2010)
O recém lançado Relentless Retribution é o que mais chega perto dos dois primeiros álbuns do Death Angel, resgatando pra valer as raízes do Thrash, com riffs acelerados – mas sem deixar a técnica de lado – e a velocidade dominando o álbum. Não sei dizer se a entrada de Damien Sisson (baixo) e Will Carrol (bateria) tenha influenciado, mas é sem duvidas o álbum mais raivoso dos caras. A faixa título é sensacional. Em Claws In So Deep, a impressão que temos é que os vocais foram feitos pelo Schmier do Destruction (a semelhança assusta – inclusive no som!). A maior prova da selvageria está na capa, a melhor definição para "retribuição implacável". São 12 sons animais, que provam – para a alegria de fãs como eu – que o Death Angel continuará por mais um bom tempo, firme e forte!

E não se esqueça!
Dia 01 de Novembro tem show especial dos caras no Blackmore Rock Bar (Moema/SP)
http://www2.rockbrigade.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2572&Itemid=1

Ah, se ainda não votou, dá uma força ae! Vote em meu blog!
Abraço,
Luciano

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Death Angel em SP – Parte 3

Essa tour do Death Angel pelo Brasil está sendo um sonho!

Poder conversar com seus ídolos da adolescência sobre detalhes que jamais pensei que iria poder perguntar, é algo surreal!
E o melhor de tudo é que nessas alturas, Mark Osegueda e Rob Cavestany (os fundadores) nos consideram amigos – impressionante como nos identificamos com os caras. Os demais são legais, mas ficam mais na deles, não participam muito – o técnico de guitarras é gente boa também!
Ontem quando chegamos no hotel, o Mark – que estava no saguão – abriu o maior sorrisão quando nos viu. O cara veio, nos deu um abraço e disse que voltaria em dois minutos.
Rob estava sentado de frente para a TV, fuçando em seu telefone. Também ficou feliz quando nos viu.
Tínhamos entrevista com o Mark para a Rock Brigade – na verdade não era algo formal, quem quisesse participava – e com isso, Rob Cavestany participou de algumas partes (ele é especialista no preparo de chás – deve ter tomado uns 5 durante a entrevista!) E o que era uma entrevista normal, acabou virando uma conversa totalmente informal (podia perguntar qualquer coisa, que eles respondiam com a maior simpatia!), sendo assim, perguntei detalhes das gravações, curiosidades sobre tudo que envolvia o Death Angel, desde sua criação – até do Metallica nós falamos! E o melhor de tudo era que não tinha hora para acabar...

(*na foto, dá pra ver Rob ao fundo preparando mais um chá no balcão - pelo refelxo do espelho...rs)

                             
Depois, ainda ajudamos Mark em uma busca por SP – ele perdeu alguns pertences por aí – infelizmente, até agora nada!
Nossa noite só não terminou na balada com os caras, porque somos “pobres mortais”, e ao contrário deles que estão de “férias” no Brasil, terça-feira é dia de “batente”.
E quem acha que a “saga” Death Angel em SP acabou, está enganado!
Logo terei mais histórias para contar por aqui.

Ah! Ia me esquecendo!
Como vocês devem ter visto, o LP Metal World está concorrendo ao prêmio Top Blog 2010 – estamos entre os 30 primeiros colocados, na fase final.
Como é o único Blog voltado ao Heavy Metal entre os finalistas, conto com seu voto! (é rapidinho, dá uma força aí!)
Abraço a todos!
Valeu!
Luciano

Alguns CDs autografados pela dupla:

domingo, 24 de outubro de 2010

Death Angel em SP – Parte 2

Todos devem ter visto por aí, comentários sobre o show do Death Angel em SP, ontem.

A apresentação dos caras foi um absurdo!
Clássicos de todos os álbuns da banda foram executados com a maior empolgação – tanto deles, como por parte do público!
Os lideres Mark Osegueda e Rob Cavestany são gente boas demais!
Mark passou o tempo todo conversando conosco. Nesse tempo todo de coberturas de shows e entrevistas, conheci pessoas muito legais, mas devo admitir, Mark é um caso quase raro! Ele é a simpatia em pessoa!
Durante a turnê dos caras por aqui, terei o prazer de trombar eles pelo menos mais umas 3 vezes. O que rolar de legal será postado aqui!
Hoje, talvez role de irmos juntos ao show do Halford. Amanhã vai rolar entrevista com Mark e Rob.

Confiram algumas FOTOS e VÍDEOS feitos por mim no show de ontem (23/10 – Clash Club – SP)
Abraço a todos e KEEP THRASH!!!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

DEATH ANGEL: Thrashers da Bay Area neste sábado, em SP!

O Brasil finalmente vai ter a chance de assistir uma das bandas mais talentosas de Thrash Metal da Bay Area, o Death Angel.

Como parte da turnê brasileira que terá 8 shows, eles se apresentam em São Paulo, neste sábado, no Clash Club.
Eles estão divulgando o sexto álbum de estúdio, Relentless Retribuition (o melhor desde a volta da banda, em 2001!). Esse CD é mais raivoso, técnico, com uma certa influência de bandas européias na sonoridade – será que o fato de ter saído pela Nuclear Blast, tenha influenciado nisso?
Os caras sempre correram por fora, com relação ao “alto escalão do Thrash” (Metallica, Exodus, Testament...). Assim como o Death Angel, o Vio-lence era outra que merecia estar na “primeira divisão”.
Todo mundo idolatra os álbuns The Ultra-Violence (87) e o Frolic Through The Park (88) – sim, são bons álbuns, mesmo – mas para mim o Death Angel chegou perto da perfeição com Act III (90), disco que misturava o Thrash veloz da banda com uma técnica animalesca!
Foi logo após Act III que eles deixaram a banda hibernando por 10 anos.
Tudo bem que a formação não é mais aquela que trazia 90% do Death Angel clássico com Denis Pepa (baixo) e Andy Galeon (bateria), mas seus substitutos, Damien Sisson (baixo) e Will Carrow (bateria) se saíram muito bem no último CD.
E para dizer a verdade, quem se importa? Os lideres Mark Osegueda (vocais) e Rob Cavestany (guitarra e vocais) permanecem firmes e fortes.
Ted Aguilar (guitarra) está na banda desde 2001, quando anunciaram a volta sem Gus Pepa.
Mark Osegueda:
Rob Cavestany:
Além dos álbuns citados, vai ser bom demais também, ouvir músicas dos excelentes The Art Of Dying (04) e Killing Season (08) – se você percebeu eles não possuem discos ruins!
Para mim será mais um sonho realizado!

Fiquem ligados!
Veja o vídeoclipe de Dethroned (Killing Season, 2008):