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terça-feira, 29 de março de 2011

Iron Maiden em SP: ...E o encontro com o mestre do Metal!


É difícil manter a frieza quando se está diante de sua banda preferida.

Há 27 anos que o Iron Maiden faz parte do meu dia a dia. Sempre colecionei material dos caras, fui a todos os shows de SP (no RJ também já vi!) e nunca me canso da banda.
Claro que os últimos trabalhos da banda não são lá aquela maravilha, como no passado, mas ainda assim, é o MAIDEN (paixão mais que antiga!)


Na sexta, fui com um amigo ao hotel em que eles estavam hospedados, passamos a tarde no bar.
O primeiro a aparecer foi Steve Harris, logo ele! rs...
Janick apareceu depois, e em seguida Bruce Dickinson.
Nem precisa dizer que o clima no bar ficou tenso...rs...
Steve até arriscou atender a alguns fãs, mas a coisa descambou para a zona e os seguranças logo tiveram que tomar a frente.
Bruce por outro lado mostrou muita antipatia e frieza.
Passei um bom tempo entre membros da equipe e os já citados.
Imagine um bar onde você tivesse ao seu lado, Bruce e Steve?
Pois é, confira minha visão desse dia:


Mas nossa intenção ali era apenas curtir o momento, já que no dia seguinte, além do show, eu era um dos sortudos que além de credenciado para o show, tinha um passe de acesso (cortesia da EMI Brasil) ao backstage dos caras, na Rod’s Room (imagina a minha felicidade!)


Chegando ao Estádio do Morumbi, a ansiedade já tomava conta e não demorou para passarmos no credenciamento e nos dirigirmos para a sala de imprensa.
Pouco tempo depois, recebemos nossa credencial de acesso á Rod’s Room, e assim que o Cavalera Conspiracy iniciou seu show, rumamos para o tão aguardado backstage – a vida é feita de escolhas, e por mais que eu fosse fã do Max, NUNCA trocaria essa oportunidade de ser convidado da trupe de Rod Smallwood, por um show do Cavalera Conspiracy.. sorry, mas é o IRON MAIDEN!

Camiseta oficial da tour brasileira:


Ao chegar, nos deparamos com a sala do Rod, e um corredor que dava no camarim dos caras (com muita bebida e quitutes)
O primeiro que apareceu para nos recepcionar foi logo quem?
Aquele que melhor define o nome Iron Maiden:
STEVE HARRIS!


Fui apresentado ao cara, entreguei uma revista Rock Brigade, em que eles foram capa recentement (a qual a matéria principal foi assinada por mim!), além de uma caricatura feita pelo meu brother Wiliam Pereira.
Steve agradeceu pela matéria, ficou observando a caricatura um tempo e atendeu a todos com a maior simpatia e serenidade.


Nicko passou por nós rapidamente, porque tinha que aquecer em seu pequeno kit montado em uma sala separada do camarim da banda – ele estava perdoado!
Deu para conferir suas batidas logo ao nosso lado!
Rod Smalwood apareceu, bateu papo com todo mundo, e ainda nos revelou algumas coisinhas interessantes para nós da imprensa (eu como fã adorei! Mas calma, nada que interesse ao público! rsrs...)


Dave Murray foi outro que mostrou a cara, mas devido ao horário avançado, não pode ficar.
Não sei medir a felicidade que tive naquela meia hora em que tive acesso ao universo do Iron Maiden. Só posso dizer que ter aquele contato com Steve Harris foi mais que um sonho que se iniciou em 1984, quando ouvi pela primeira vez o meu álbum favorito e todos os tempos: Powerslave!

***Placa da entrada da sala da equipe do Maiden:


Minha mente rodou várias imagens de todos esses anos de dedicação á banda!
Ainda deu tempo de pedir para ele assinar minha foto preferida no livro de fotos da banda.
Sem que eu tivesse dito nada, ele revelou que aquela também era sua foto preferida!
Talvez por isso ele tenha escrito algo que não consegui identificar, antes do autógrafo. (alguém se arrisca a tentar decifrar?) :


Saí de lá feliz da vida!
Até mesmo o set que eu tanto critiquei, foi esquecido...
Corri para fotografar as três primeiras músicas, lá da área de acesso dos fotógrafos.
Foi aí que eu tive mais um sonho realizado;
Imagina ver sua banda preferida tocando sem ninguém na sua frente!?
Steve Harris ficou a menos de dois metros de mim, várias vezes!


As músicas em questão foram:
Satellite 15...The Final Frontier, El Dorado e... 2 MINUTES TO MIDNIGHT!!!!!
Sim, eu vi uma das músicas do meu disco preferido, ali, na minha cara, sem nenhum empurrão, ou pessoa na minha frente!
Não sei dizer o que senti nessa hora!


 Só sei que aproveitei cada segundo, como uma criança que acaba de ganhar seu brinquedo tão sonhado!
O restante do show, vi da Pista Premiun, mesmo, e até o fim do show, eu já estava na grade novamente! rsrs...
Deu tempo de conseguir uma palheta do mestre Adrian Smith!:


 O set teve em sequencia; The Talisman e  Coming Home (ambas do novo álbum, The Final Frontier )
*Confira abaixo o vídeo de Coming Home:



Voltando ao set, teve, Dance Of Death, The Trooper, The Wicker Man, Blood Brothers (dedicada aos japoneses, e ao povo de países que tem sofrido com os ditadores da Líbia e Egito), When The Wild Wind Blows (mais um épico do último CD, de onze minutos!), The Evil That Men Do (onde entrou o Eddie da nova tour, com direito a uma guitarra no final de sua aparição!)



Incrível como os fãs vibram com Fear Of The Dark! É sempre um dos pontos altos dos shows! (e eu sinceramente nem acho nada de mais nessa música...)
A primeira parte do set foi encerrada com a maravilhosa Iron Maiden – de onde surgiu um Eddie imenso por trás do palco;


O BIS teve as já tradicionais The NUmber Of The Beast (dessa vez sem as explosões em fogo!) e Hallowed Be Thy Name... além da inclusão da clássica Running Free, onde Bruce apresentou a banda, antes do encerramento.










Todo mundo sabe que a banda já está com seus dias contados, devido a idade avançada dos caras...mas pode ter certeza que São Paulo ainda vai presenciar pelo menos mais uns dois shows do Maiden, com toda certeza!

UP THE IRONS!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

IRON MAIDEN – The Final Frontier já é o album mais vendido em 21 países!



Depois de um longo período sem postar nada por aqui – graças ao monte de tarefas que me meti a fazer – eis que me deparo com a noticia de que o novo álbum da Donzela de Ferro é o mais vendido em 21 países, incluindo o Brasil.
Revistas do mundo inteiro estamparam suas capas com Steve Harris & CIA, mostrando a força absurda dos caras.



Até aí, não há nenhum surpresa, já que até mesmo com discos piores os caras gozaram das mesma situação.
A verdade é que fã de Iron Maiden é xiita mesmo, e consome qualquer coisa que eles lançarem – ninguém melhor que eu para falar disso, já que na condição de fanático pelo sexteto, me descabelo atrás de itens para minha coleção – por isso, nada mais compreensivo que esse status.

Mas sei reconhecer que o período glorioso dos caras já foi há muuuito tempo.
Não adianta ficar aqui tecendo comentários orgulhosos de que esse é melhor que aquele, que chega perto do Seventh Son, ou daquele outro, quando TODOS NÓS SABEMOS que não passa de um bom álbum (e se eles quisessem, poderiam ter feito algo ainda melhor para os padrões ´maidenianos´)
O décimo quinto álbum da carreira dos caras é repleto de “passagens deja vú” onde nada é novidade.

Cada passagem, cada riff, virada de bateria, introdução das músicas, tudo já foi feito por eles, muito tempo atrás.
Não se trata de um álbum ruim, pelo contrário, pois se colocarmos lado a lado com muita coisa que sai por aí (e é chamada de “revelação” disso ou daquilo), The Final Frontier sobra na frente de muitos.

É apenas uma comparação com o que eles já fizeram no passado, que na condição de clássico – santificado – jamais será superado ou ao menos alcançado – QUE BOM!
Quem deve estar rindo atoa é o produtor Kevin Shirley, que parece não ter se esforçado muito, pois por mais que eles tenham divulgado detalhes e mudanças na forma de gravar, nada mudou dos últimos álbuns.
Kevin Shirley:

A maior inovação está na introdução de Sattelite 15...The Final Frontier, que em meio a ritmos tribais (batida quase eletrônica), mostra uma banda irreconhecível – e é justamente nessa introdução que está a parte mais chata do disco em minha opinião (vai entender!)
O resto é composto – como sempre – de mais do mesmo!
A bela Coming Home nada mais parece que uma sobra do material solo de Bruce Dickinson.
Minhas preferidas até o momento são Starblind, Mother Of Mercy e When The Wild Wind Blows – sem desmerecer as demais, claro, pois todas possuem seu valor dentro do estilo da banda.

Sabiamente a banda já bombardeou o mercado com 3 versões do álbum (CD, CD digipack em formato de lata e o LP Picture), singles, moletons, camisas, e tudo mais que eles puderem explorar – e eles não estão errados, vai vender muito mesmo! (nesse quesito marketing ainda só não superam o Kiss...)
The Final Frontier merch:





Fico aqui pensando – ao mesmo tempo preocupado – que se eles inventarem de lançar álbuns com grunhidos (supostamente creditados como sendo de Eddie em pessoa!) vai vender horrores, da mesma forma que qualquer disco que seja lançado.
Mas quando estamos falando de uma paixão avassaladora, é algo inexplicável, vai entender o que move esse amor quase doentio dos fãs (me coloco nesse posição também!) pelo Iron Maiden
Isso é que faz do Iron Maiden uma – se não ´A´– banda das mais amadas do universo.
E já que estamos falando de The Final Frontier, porque não jogar o novo game dos caras?
http://thefinalfrontiergame.com
Boa diversão e até a próxima!